27 de mar. de 2010

Pascóa..ressurreição

 

Jesus,

Páscoa significa renascimento, renascer.
Desejo que neste dia, em que nós cristãos,
comemoramos Sua ressureição ,
possamos renascer também em nossos corações.
Que neste momento tão especial de reflexão
possamos lembrar daqueles que estão aflitos e sem esperanças.
Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais,
porque perderam a fé em um novo recomeçar,
pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir.
Não nos deixe esquecer
que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso caminho,
Tu estás conosco em nossos corações,
porque mesmo que já O tenhamos esquecido,
jamais somos esquecidos por Ti.
Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai
e pela humanidade,
que muitas e muitas vezes esquece disso.
Esquecem de Ti e do teu sacrificio
Quando agridem seu irmão,
Quando ignoram aqueles que passam fome,
Quando ignoram os que sofrem a dor da perda e da separação,
Quando usam a força do poder para dominar e maltratar o próximo,
Quando não lembram que uma palavra de carinho, um sorriso,
um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor.

Jesus…
Conceda-nos a graça de ser menos egoísta,
e mais solidário para com aqueles que precisam.
Que jamais esqueçemos de Ti e de que sempre estarás conosco,
não importa quão difícil seja nosso caminhar.
Obrigado Senhor,
Pelo muito que temos e pelo pouco que possamos vir a ter.
Pela vida e por nossa alma imortal.
Obrigado Senhor!

22 de mar. de 2010

Felicidade

Estas palavras são do filósofo Eduardo Giannetti da Fonseca em seu livro Felicidade:

“A felicidade não é algo ligado ao ter, mas ao fazer. Ela não é um humor ou estado de ânimo, por mais exaltados e duradouros que sejam, mas o resultado de uma vida bem conduzida, ou seja, das escolhas e valores que definem o nosso percurso. A felicidade, em suma, jamais será um estado final que se possa adquirir e dele tomar posse de uma vez por todas. Ela é uma atividade - algo que se cultiva e constrói, algo que, por alguns momentos, se conquista e se desfruta, que é fonte de contentamento, mas que está sempre a exigir de nós empenho e amor, sempre recomeçando outra vez”. Eduardo Giannetti da Fonseca (filósofo)

7 de mar. de 2010

Uma Realeza Terrestre

Quem melhor do que eu pode compreender a verdade destas palavras de Nosso Senhor: "O meu reino não é deste mundo"? O orgulho me perdeu na Terra. Quem, pois, compreenderia o nenhum valor dos reinos da Terra, se eu o não compreendia? Que trouxe eu comigo da minha realeza terrena? Nada, absolutamente nada. E, como que para tornar mais terrível a lição, ela nem sequer me acompanhou até o túmulo! Rainha entre os homens, como rainha julguei que penetrasse no reino dos céus! Que desilusão! Que humilhação, quando, em vez de ser recebida aqui qual soberana, vi acima de mim, mas muito acima, homens que eu julgava insignificantes e aos quais desprezava, por não terem sangue nobre! Oh! como então compreendi a esterilidade das honras e grandezas que com tanta avidez se requestam na Terra!

Para se granjear um lugar neste reino, são necessárias a abnegação, a humildade, a caridade em toda a sua celeste prática, a benevolência para com todos. Não se vos pergunta o que fostes, nem que posição ocupastes, mas que bem fizestes, quantas lágrimas enxugastes.

Oh! Jesus, tu o disseste, teu reino não é deste mundo, porque é preciso sofrer pira chegar ao céu, de onde os degraus de um trono a ninguém aproximam. A ele só conduzem as veredas mais penosas da vida. Procurai-lhe, pois, o caminho, através das urzes e dos espinhos, não por entre as flores.

Correm os homens por alcançar os bens terrestres, como se os houvessem de guardar para sempre. Aqui, porém, todas as ilusões se somem. Cedo se apercebem eles de que apenas apanharam uma sombra e desprezaram os únicos bens reais e duradouros, os únicos que lhes aproveitam na morada celeste, os únicos que lhes podem facultar acesso a esta.

Compadecei-vos dos que não ganharam o reino dos céus; ajudai-os com as vossas preces, porquanto a prece aproxima do Altíssimo o homem; é o traço de união entre o céu e a Terra: não o esqueçais. - Uma Rainha de França. (Havre, 1863.)

Allan Kardec. Da obra: O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112 edição. Capítulo II. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br. Federação Espírita Brasileira.

Multidões

"Tenho compaixão da multidão."
- Jesus. (MARCOS, 8:2.)

Os espíritos verdadeiramente educados representam, em todos os tempos, grandes devedores à multidão.

Raros homens, no entanto, compreendem esse imperativo das leis espirituais.

Em geral, o mordomo das possibilidades terrestres, meramente instruído na cultura do mundo, esquiva-se da massa comum, ao invés de ajudá-la. Explora-lhe as paixões, mantém-lhe a ignorância e costuma roubar-lhe o ensejo de progresso. Traça leis para que ela pague os impostos mais pesados, cria guerras de extermínio, em que deva concorrer com os mais elevados tributos de sangue. O sacerdócio organizado, quase sempre, impõe-lhe sombras, enquanto a filosofia e a ciência lhe oferecem sorrisos escarnecedores.

Em todos os tempos e situações políticas, conta o povo com escassos amigos e adversários em legiões.

Acima de todas as Possibilidades humanas, entretanto, a multidão dispõe do Amigo Divino.

Jesus prossegue trabalhando.

Ele, que passou no Planeta entre pescadores e proletários, aleijados e cegos, velhos cansados e mães aflitas, volta-se para a turba sofredora e alimenta-lhe a esperança, como naquele momento da multiplicação dos pães.

Lembra-te, meu amigo, de que és parte integrante da multidão terrestre.

O Senhor observa o que fazes.

Não roubes o pão da vida; procura multiplicá-lo.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Vinha de Luz. Ditado pelo Espírito Emmanuel. Lição 6. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br. Rio de Janeiro, RJ: FEB.

Nascer de Novo

A debilidade moral enlaçada ao pessimismo faz-te considerar que "tudo está acabado".

Refletes, chegando à conclusão falsa de que "nada podes agora realizar". Na amargura que aflora em tua alma turbilhonada, concluis que a " reencarnação está perdida".

Anelarias por outra oportunidade, supondo haveres fracassado, desastradamente. O malogro parece-te irreversível e não dispões de outro recurso senão o desaire, ou, então, o desassisamento.

Refaze anotações, reconsidera a posição mental, examina melhor a problemática do insucesso e perceberás que a experiência, normalmente é decorrência natural dos equívocos a que nos permitimos, transformando-se em lições de que nos não podemos esquecer.

Olha em derredor:

A tempestade destroçou tudo e o fantasma da desolação domina. Logo mais, porém, muda o clima, altera-se a paisagem, a vida ressurge.

Mais além a terra está adusta pela inclemência do sol e o antigo campo, o abençoado pomar o rico jardim se transformaram em deserto crestado, solo infeliz. Modifica-se, no entanto, a condição climática, chuva generosa faz que tudo reverdeça e primavera ditosa restitui a beleza e a vida em toda parte.

A lagarta adormece na terra imunda para ressurgir na alegre borboleta que plaina.

A semente sucumbe no solo a fim de dar lugar ao arvoredo que triunfa acima do chão.

O ramo de enxerto modifica a estrutura primitiva da planta ou a multiplica em plantas novas.

Assim não obstante teus sofrimentos, insucessos, podes renascer para a alegria, tens o dever de nascer de novo, porquanto, luzindo a oportunidade, não te podes entregar a decepções injustificáveis nem a conclusões infelizes.

Cada dia é bênção nova, cada minuto faculdade espontânea de crescimento.

Ninguém há que esteja vencido senão quando abandona a luta. Indispensável travar a batalha final que sempre ocorre no campo imenso do próprio eu onde se refugiam inimigos soezes, que se disfarçam com as alcunhas de desânimo, egoísmo, orgulho, presunção, remorso, soberbia, quando não assumem expressões mais sórdidas e cruéis.

Disse Jesus: "É necessário nascer de novo". Não adies, hoje, o teu renascimento moral, pensando já na próxima conjuntura carnal.

A reencarnação vindoura será, sem dúvida, a continuação da reencarnação em que te encontras.

Começa, agora, esse amanhã que anelas e envida todos os esforços para triunfar.

Se Maria de Magdala pensasse com desânimo e tivesse sido vencida pelo medo não seria o exemplo da cristã decidida, que nos constitui modelo correto.

O Evangelho, assim, é precioso legado de homens e mulheres, que se tornaram heróis da fé e da renúncia após experimentarem todas as vicissitudes. Dize, então: "Recomeço a viver; estou nascendo de novo".

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Celeiro de Bênçãos. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Capítulo 5. Salvador, BA: LEAL.

FREI DAMIÃO O IRMÃO DA CARIDADE

  "Mais tarde, adoeceu... E, mesmo assim, Curvado para a Terra, erguia as mãos trementes, Socorrendo viajores e doentes, Embora sempre ...